Depois de Apagar a Luz

1 de junho de 2013

Depois de Apagar a Luz

Caros Leitores,

O meu primeiro livro de crônicas já está disponível para compra pelo site do Clube de Autores. É uma seleção de textos no mesmo estilo dos publicados aqui, sendo alguns inéditos e outros que já passaram por aqui, mas escritos com um pouco mais de esmero.

O livro está sendo vendido no modo impresso e também como e-book, e pode ser adquirido, por aqui.

SINOPSE

“Depois de apagar a luz” é declaração crônica de amor. Um conjunto de textos que buscar mostrar uma forma diferente de se ver os relacionamentos e descrevendo situações do dia-a-dia que passam despercebidas pelos olhares da maioria. Em um contexto que envolve sentimentos, esportes, música, filmes e detalhes vividos na infância e adolescência de qualquer pessoa entre os 20 e 30 anos. Uma miscelânea da cultura pop que determinou o caráter de toda uma geração. Uma nova forma de se ver o amor com bom humor e sarcasmo. Nessa obra, o autor pretendeu juntar vários elementos cotidianos para contar várias estórias de sonhos, amores e realizações pessoais e coletivas. Além de propiciar uma leitura leve e tranquila para os leitores que pretendem se apaixonar tanto pelos livros quanto por todas as passagens hilárias e contagiantes que enchem “Depois de apagar a luz”.

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Lua de Cristal

23 de setembro de 2010

Se fosse feito um indice onomástico do meu ano de 2010, um nome dominaria por completo. Já pensei em listar quantas vezes eu me perdi falando dela. Quantas vezes eu me contive e não falei. Tantas vezes que pensei em gritar bem alto no meio da aula por lembrar.

Mas ela pensa que ela é só ela, mas “ela” são várias elas que compõem um “ela” só. Não sei se ficou bem claro. Não gosto muito de me explicar. Quando me refiro a ela, pode ser qualquer uma. Pode até ser você. Inventada. Histórias perdidas, ouvidas por aí, citadas em entrelinhas, pescadas em mesas de bar ou filas de banco.

O meu livro não teria personagens principais, apenas mil  histórias secretas de pessoas desconhecidas que pensam que são capazes de aparecer mais que sua história. Já pararam pra pensar que tudo aqui não passa de histórias de um cachorro antropomorfado. PEnsamentos e idéias confusas de um singelo cachorrinho. Vivido e fiel. O Vagabundo daquela história infantil. Que tem que escolher entre as vidas na rua e a domestificação.

Tudo pode ser, basta acreditar. Já dizia a nossa querida Xuxa. Afinal a lua de cristal está aí. Basta você correr atrás. Resumindo eu escrevo apenas por escrever. Sem objetivo próprio, sem sentido, sem ideias ou ideais.

Preâmbulo ou Epílogo

3 de maio de 2010

Olá, pessoas. Estou escrevendo uma história, na verdade um livro ou sei lá o que vai dar. Resolvi fazer um texto introdutório, mas que acho que na verdade será usado no meio ou no fim, já que diz exatamente o que deve ser descoberto no meio/fim do livro. Mas como vocês são especiais, deixo aqui pra vocês o clímax de tudo…pode ser um aperitivo ou pode ser que ninguém queira mais saber da história.

O Arcanjo Perdido (título provisório)

Horário vago. Hora de cultivar o ócio. Renata, sentada na posição de lótus, rabiscava algo em seu inseparável caderno de desenho. Mascava um chiclete de melancia, na verdade eram dois. Tinha uma obsessão por eles. Sentada ao seu lado, Larissa dedilhava acordes sem nexo no seu inseparável violão, enquanto observava um desenho surgindo nas folhas da amiga. Não suportava o gosto do chiclete de melancia, na verdade odiava chicletes, mas o cheiro vindo da amiga era muito bom.

– Não se mexam. – gritou, de certa distância, Érica com sua inseparável maquina fotográfica.

Érica, Larissa e Renata se conheciam desde que poderiam se lembrar. Andavam juntas. Estudavam juntas. Para os outros era impossível pensar em uma separada das outras.

Ele sempre as observava de longe, sempre achando que se juntassem as três ali resultaria na mulher da vida de todo homem.

“Adorava” o jeito meigo da Renata. O modo como ela, mesmo sem fazer nada, era facilmente notada no meio da multidão. Seu olhar tristonho, cara de choro. De quem precisa de carinho e cuidado.

Era “alucinado” pelo modo com a Érica chamava a atenção de todos. Sempre. Falava muito e bem, sempre sendo o centro de qualquer roda de amigos. Sorria sem parar pra tudo e todos, mas sabia ser rude e sarcástica quando preciso. Tinha o poder e sabia disso o que fazia dela muito perigosa.

Mas o seu “amor platônico” verdadeiro era a Larissa. Com sua voz de pássaro, seu rosto angelical, seu jeito de fazer todo mundo se sentir bem, da paz que transmitia. Era simplesmente apaixonante. E um garoto tímido como ele se tornava presa fácil.

As três sabiam do poder que exerciam sobre os homens. Cada uma a seu modo. Vangloriavam-se de não terem se apaixonado ainda nessa vida. E achavam tudo aquilo algo bom, estar imune ao grande sofrimento que é o amor.

Em seus anos de “pesquisa”, começou a realmente gostar daquelas meninas/mulheres. Sabia tudo que precisava para chegar ao seu objetivo. Tinha tudo planejado. Sua única paixão era seu “trabalho”, além de ser um grande estudioso da chama vida humana.

Então ele, o anjo, teria a incrível missão de fazê-las se apaixonar. Era pra isso que teria sido mandado a vida real. Parecia uma tarefa bem simples já que ele poderia ser qualquer coisa e tinha em suas mãos todas as informações possíveis para isso.

E assim, vestiu sua melhor cara e disse: – Que o jogo comece.

* escrito por George Raposo*

Marvel 1602 – Neil Gaiman

9 de fevereiro de 2010

Bem, nessa minha última viagem a São Paulo eu comprei vários livros e Dvd’s. Mas um em especial foi esse MARVEL 1602 de Neil Gaiman. Quem me conhece sabe que gosto muito de HQ’s e principalmente da Marvel.

Ultimamente um amigo meu vinha me falando da série SANDMAN do mesmo autor e fui me interessando pelo trabalho dele. Em pesquisa na Internet, encontrei essa série.

Marvel 1602 é uma mini-série da Marvel Comics em oito edições, que foi escrita por Neil Gaiman, desenhada por Andy Kubert e arte-finalizada digitalmente por Richard Isanove. Scott McKowen fez as capas. A série foi publicada no Brasil pela Panini comics. (WIKIPEDIA)

Gaiman foi convidado a escrever uma história para a Marvel, mas segundo o próprio, ele queria fazer algo diferente e então teve a idéia de transplantar o universo marvel para a Inglaterra de 1602. Sem as tecnologias e tudo mais que o presente oferece.

Os personagens principais são Nick Fury (Chefe da Inteligência) e Dr. Estranho (Mestre das Artes Ocultas ou simplesmente médico da Rainha). Outra incrível sacada do autor foi colocar o Peter Parker (Homem-Aranha), um dos mais famosos personagens da companhia, como um mero pajem do Fury.

O personagem mais interessante ao meu ver é o Matt Murdock (Demolidor) que é um espião (caçador de recompensas) que se finge de cantor. Muito bom. Além do Magneto que primeiro é um Inquisidor que mata apenas os mutantes com aparência repugnante.

O Quarteto Fantástico são espécies de celebridades que sumiram de repente. O povo canta canções em sua homenagem, dizem que se eles estivessem vivos ainda, tudo seria melhor. (Na verdade, estão aprisionadas no castelo do Dr. Destino)

Não vou contar muito da história para não perder a graça, mas o importante é: A Rainha está fraca e teme pelo fim do mundo, pois o clima começa a mudar estranhamente…ao mesmo tempo vem vindo da recém colonizada América uma menina (a primeira nascida na colônia) e o seu guarda-costas índio. Um objeto muito importante e poderoso vem vindo de Jerusalém. E vários atentados ocorrem e por fim, a rainha morre. O afeminado James VI da Escócia assume o trono e persegue os mutantes (sanguebruxos) do Professor Xavier. Os famosos X-men tem uma participação discreta, mas importante.

A saga segue prendendo muito bem o leitor, com desenhos que exprimem perfeitamente o momento. Sensacional. Até um Hulk surge no fim da história.

Iceman - Ciclope - Fera - Arcanjo - Jean Grey (X-MEN)

Quem me conhece sabe ainda que sou fã do Thor e ele tem participação nessa história também. Vou deixar aqui a descrição do personagem:

Donal, o Idoso, um cavaleiro templário, que teve a incubência de trazer o “Tesouro dos Templários” para Sir Nicholas. Ficou-se sabendo que era o martelo Mjolnir, disfarçado como um simples bastão de andar. Apesar de achar que fosse blasfêmia, Donal foi forçado a usar o martelo para ser transformado no deus pagão Thor. Ele é a versão desse mundo para Donald Blake, também conhecido como o Poderoso Thor, e também é identificado como o mentor do Dr. Estranho, the Ancient One da Marvel (estritamente falando, enquanto o Thor do Universo Marvel tinha padrões de fala Shakespearianos, a versão de 1602 fala em versos Anglo-Saxões aliterativos. O estilo de caligrafia que compunham os balões de fala é substituído para letras que se assemelham às runas).

Demolidor

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