DNA é inevitável

1 de setembro de 2010

Era sempre assim, não se tinha idéia do que poderia acontecer. Ele estava morto. Inconscientemente as lágrimas rolavam dos meus olhos. Não o veria mais, mas será que realmente eu sentia tanta falta assim dele?
Acho que sim. Ele era meu avô. Ele que me ensinou a ser assim, me fez crescer, sempre exalando suas sábias palavras, encontrando uma explicação lógica para tudo nessa vida.

Certamente, herdei dele a paixão por histórias fantásticas ou não, e a paixão por livros, o hábito da leitura. Acho que por isso, após o enterro, no auge do luto, eu vim me refugiar no melhor lugar da casa – em minha opinião – a sua grande biblioteca.

Eu nunca sabia exatamente onde estava cada título, pois o Seu Arnaldo tinha uma bela mania de reorganizar livro por livro de acordo com o seu humor. Na última vez que nos falamos ele disse que iria organizar por aquilo que estava sentindo quando leu aquele determinado livro. Eu, realmente, não sei se seria capaz de uma organização tão pessoal, tão sentimental. Mas esse era o meu avô. Fazendo tudo do seu jeito. Que é o jeito diferente de todos.

De uma passada rápida pude ver coisas distintas lado a lado, como “Crime e Castigo” de Dostoievski e “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Caroll. “Cem Anos de Solidão” de Garcia Marquez se apoiando em “Os Miseraveis” de Victor Hugo. Alguns eu lembro que li por obrigação escolar ou vestibular como “Senhora” de José de Alencar ou “Perto do Jardim Selvagem” de Clarice Lispector. Os meus favoritos também estavam lá, apesar de ter ouvido várias vezes ele dizer que eram apenas ‘razoáveis’: “O Lobo Atrás do Espelho” de Fausto Wolff e “O Apanhador no Campo de Centeio” de J.D.Salinger. Deixo escapar algumas risadas ao ver no mesmo canto os sete volumes de Harry Potter e a trilogia Senhor dos Aneis em seu volume único. Presentes dado por mim de uma só vez, acredito que ele nunca chegou a ler as histórias do pequeno mágico.

Eu já tentei organizar minha biblioteca de diversas maneiras, mas a que ficava sempre melhor era pelo tamanho dos livros. Ficava mais organizada. Tá, eu sei, que não é nada romântico ou criativo. Prefiro organizar por sentimentos coisas que tem o mesmo tamanho, como CD’s ou Dvd’s. Sei que não é vintage nem old school, mas são as coisas que prefiro organizar.

Meus filmes são divididos por época, não de quando foram feitos, mas de quando os assisti pela primeira vez. É o único motivo de A Lista de Schindler estar entre Cavaleiro das Trevas e Homem de Ferro. Todos eu lembro quando assisti, com quem e um pouco do que senti ao ver. São todos, os que eu escolhi e comprei, parte da minha personalidade. Dos meus dias. Minha história.

Os cd’s eu nem gosto de falar. Não, não consigo organizá-los por artista. GLM (Engenheiros) tem que estar abraçado com o Frogstomp (Silverchair) olhando de soslaio pro Angel’s Cry (Angra) e por assim, eles fazem sua roda gigante de sentimentos. Sorrisos, memórias boas e outras nem tanto. Nostalgia total no meu mundinho fechado.

Aprendi isso com meu avô. A jogar sentimentos nas minhas coisas. No desarrumado do meu quarto. Meu mundinho agora distante. Mas eu volto!

[UPDATE: Tenho tantos traumas com Perto do Coração Selvagem que até erro o nome da Clarice. Lispector. Pronto, corrigido]

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Los Hermanos e Eu.

5 de agosto de 2010

Maldito seja o dia que conheci Los Hermanos. Eu era apenas um garoto de 15 anos com espinhas no rosto e aparelho nos dentes. Mas foi num single na Revista Showbizz que veio com Anna Júlia em 1998. Pronto. Já era. Hipnose compulsória.

Nessa época, eu não tinha música pra rompimentos. Não tinha tido rompimentos. Nem desilusões amorosas. Nem corações partidos. Apenas desvirginava mocinhas inocentes, me dizia cristão e nem sabia rezar.

Então logo resolvi que tinha que procurar uma Anna Júlia pra ser meu amor. Ficar longe de qualquer Bárbara. E inventar uma ex chamada Aline. Mas aí eu encontrei você. Em pouco tempo, vi que realmente alegria era olhar seu sorriso e ter você ao meu lado.

Conheci o verbo Fenecer. Comparei você a todos os meus amores de Primavera. Dos outros carnavais, com as mesmas fantasias. E percebi que Todas as cançoes que eu fiz, fiz pra ti, Princesa. E então pude cantar as músicas sobre ser largado por você. Meu novo objetivo de vida era saber exatamente qual era a dor de ter e perder alguém. Uma lágrima escorrendo pelo peito poderia fazer algum sentido. Todo essa azedume no meu peito.

Então veio o segundo álbum. E meio que pra finalizar o meu primeiro amor. Veio Todo Carnaval Tem seu Fim. Hora de partir pra outra.

Agora a coisa era mais sofisticada. Não era mais amores primaveris. Conquistas agora tinham que ser mais elaboradas. Mesmo assim vi que nem sempre A Flor faz seu efeito. E então como num passe de mágica eu vivi o óbvio utópico, te beijar. Sabia que já era. Assim seria, por um bom tempo.

E então você cantou pra mim, qualquer coisa assim sobre você. Tristeza nunca mais. E eu então era tão Sentimental quanto você. Tínhamos todas as ferramentas pra sermos o casal mais feliz do mundo. Então eu fiz mais uma canção. Como assim? Eu tinha prometido a minha Princesa que todas seriam pra ela.

Nessa hora pesei tudo. O jeito que você queria me guiar. Tomar o meu guidon. E as milhares de vezes que mesmo com você eu me sentia tão sozinho. Pra melhorar nosso relacionamento resolvemos fazer aulas de francês. Inutilmente.

Mas como sempre eu faço uma burrice. Liguei pra Primeira. E ela me disse: “Veja bem, meu bem. Sinto te informar que encontrei alguém pra me confortar”. Fingi na hora rir. Deixa estar. Assim será. Depois disso tudo, vi que não dava mais, Segunda. Dessa vez eu que resolvi dizer. Adeus você!

Hora de recomeçar tudo de novo mais uma vez. Tudo começou quando minha mãe virou pra meu pai e disse: “Mesmo quando ele consegue o que ele quis, Quando tem já não quer
Acha alguma coisa nova na TV. (O que não pode ter). E deixa de gostar Larga mão do que ele já tem Passa então a amar Tudo aquilo que não ganhou”

Chorei. Nunca uma música me definira tão bem. Agora não tinha mais romance. Tinha que mudar de vida mesmo. Ser outro cara. Comecei a ter uma calma impressionante, me exibia pra solidão. Gostava disso. Então, já acostumado a ser sozinho, foi num samba que a conheci. Já não sambo mais em vão. Era uma paixão indescritivel. A maior de todas. Que era percebida pelos outros nos lugares mais insólitos. Como quando eu via jornal na fila do pão. Você me ensinou a ser o Vencedor. Nunca mais tropeçar a cada quarteirão. Agora já tinha alguém pra dividir meu coração exibido.

VocÊ sempre foi um bom motivo pra tudo atrasar. Deixar o verão pra mais tarde. Então era quase uma vida de casado. Você preparando a mesa do jantar. Cachorro, pijamas, café na cama. Até que o cachorro fugiu. Fiz aquele anúncio e ninguém viu Pus em quase todo lugar a foto mais bonita que eu fiz, você olhando pra mim. E nada. Nunca mais. E então o castelo ruiu.

Pensei que poderia ser o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado? Nós dois. Logo, percebi que seu coração não te deixa amar. Eu cansei. Sobrou bem pouco do nosso amor. E não adianta você vir e perguntar onde o barco foi desaguar. Essa conversa não levará a nada. Eu logo disse que queria dançar com outro par pra variar, amor! Só pra variar. Resultado: eu fiquei trancado na rua. Era o fim do nosso amor.

Decidi tirar um tempo pra mim, velejar. Sumir do mapa. Ver o horizonte distante de longe. Seguir. Apontar pra fé e remas. Navegar sem rumo. Sem você. Aos poucos a saudade dela ia passando. Então, um dia pensei. Manda avisar que esse daqui tem muito mais amor a dar. Encontrei a Morena dos meus sonhos. e pra ela eu prometi todo amor do mundo. Sem ninguém pra atrapalhar. Parece que o amor chegou aqui.

Ela era perfeita. Entendia meus problemas. Minhas birras, cismas, imbroglios e quiprocós.

Num dia qualquer eu sonhei com noivas, veus e grinaldas. Passaros tão belos. Era um sonho tão bonito, eu acho. Eu e você à beira mar. O Mar meu velho amigo.

Então numa carta com uma letra familiar eu li: “eu preciso andar um caminho só. vou buscar alguém que eu nem sei quem sou. Eu escrevo e te conto o que eu vi e me mostro de lá pra você. Ps. guarde um sonho bom pra mim”

Pois é. Hoje eu só levo a saudade, Morena, e é tudo que vale a pena.

Então o que eu tinha que fazer? Hein Hein? Voltar pro meu amor verdadeiro. A Segunda. A única que me amou de verdade. A única que me fez dizer: Adeus você.

Resolvi que a música perfeita era Condicional. Pois Quis nunca te perder Tanto que demais
Via em tudo o céu Fiz de tudo o cais. E sempre repeti que era um doce te amar, o amargo era querer-te pra mim.

“Se a gente já não sabe mais rir um do outro meu bem então o que resta é chorar e talvez, se tem que durar, vem renascido o amor bento de lágrimas.”

E então essa é a história entre Los Hermanos e Eu. Minha vida.

leitoras anônimas.

19 de julho de 2010

Certo dia eu conversava com um amigo “escritor”, dono de blog e eu falava sobre como queria mais pessoas lendo meu blog. Ele me alertou só pr um detalhe. Quando muitas pessoas leem e comentam. Você fica curioso pra saber quem são seus leitores. Esse é o problema. Não dá pra conhecer todo mundo.

Tenho umas leitoras assiduas que sei muito bem quem são. Algumas nunca comentam. Outras de vez em quando. Algumas me encontram na rua ou falam no twitter que leem.

Mas hoje uma leitora em especial me deixou encucado. “Dricolina” é o seu nome. Gostei dos seus comentários. Queria conhecê-la.

Meus/Minhas leitoras(es) são a razão desse blog e me incentivam a escrever cada vez mais. Um dia terminarei meu livro e sei que muitos me apoiarão. Quero deixar aqui o meu carinho especial a todos que leem e comentam.

Anônimos ou não.

Muito obrigado.

Entre Ramones e Eclipse.

19 de julho de 2010

O caminho da sala pro banheiro nunca foi tão belo. Eu, sentado no sofá, ligo meu som. Sandra Rosa Madalena. E você, levanta da sua leveza, e com passinhos de uma dança só sua. (Aquela mesma daquele dia que achou 50 reais no chão do Reggae). Repetindo pra mim, O MEU SANGUE FERVE POR VOCÊ. Nem ligo que seja a música errada, nem ligo pro alarme da cozinha, nem ligo pro interfone insistente dizendo que a pizza chegou.

É Primeiro dia. Ontem mesmo eu pensei em acabar com tudo, e vocÊ veio me dizer que ia se mudar pra minha casa. Perdi a minha razão bem ali entre seu pescoço e seus seios. Vejo que aprendeu bem a arte de fazer o olhar do Gato de Botas que ensinei. Concordo após 2 segundos e meio. Sou tão fácil, às vezes. Várias vezes penso uma coisa e faço exatamente o contrário.

Não resisto a sua tentação. Lembro de como me convenceste a pular de para-quedas. Na verdade, até hoje não sei como me convenceste a pular. Lembro só de eu ter que me segurar em queda livre pra não sujar as calças. Depois, no quarto, a recompensa foi compensadora.

Às vezes me sinto um cachorro adestrado agindo por um pouco de comida ou qualquer coisa parecida. Você aprendeu a me usar. Logo eu que escondi tão bem meu manual de instruções.

Você soube ler minhas entrelinhas, se alojar numa parte do meu coração em que minha tecla DEL não alcança. Nessas horas penso que o amor é uma doença contagiosa. Então esqueço tudo por que você volta do banheiro enxugando o rosto com minha camisa do Ramones exibindo a calcinha. Perguntando pela pizza já cortada em cima da mesinha de centro.

– Vamos pro cinema ver Eclipse?
– De novo?
– É. Deu vontade.

Arrependo-me duramente do dia que deixei ela vir morar aqui. Agora é o jeito. Hey ho, let’s go!

A garota da sinuca.

16 de julho de 2010

Lá estava eu numa mesa de bar com dois amigos meus. 7 cervejas e muita conversa fiada. Tocando Metallica no som ambiente. Tudo do bom e do melhor. Sorrisos. Piadas sem graça. Futebol, mulher e Rock’n Roll. Foi quando ela apareceu. junto de um casal foram jogar sinuca. Falta alguém. Quem? Não havia mais ninguém. Ela chegou em nossa mesa olhando nos meus olhos e perguntou: Quer jogar?. Antes de eu puder falar nada, o Érico se levantou e disse que iria jogar. Ela me olhou meio que pedindo que eu fizesse algo. Não pude fazer nada. E aquele olhar decepcionado se foi.

Chegaram mais 3 amigos. Mais cerveja, mais conversa, mais rock’n roll. O jogo de sinuca seguia animado. E eu lá pensando nela.

– O nome dela é Jéssica. Tá te chamando. Vai lá! – o Érico voltou com um sorriso no rosto.

Levantei e fui até lá. Olá. Prazer. GD. Jéssica. Posso te chamar de medroso? Não. Sabe jogar? Mais ou menos. Topa uma aposta? Topo. Se eu ganhar tu me dá um beijo, se tu ganhar te dou um beijo, ok? Ok. Dos dois jeitos tu sai ganhando. Saliente. Ganhamos. Beijamos. Namoramos. Casamos. Tivemos 3 filhos. Casa. Comida. Roupa Lavada. Uma mesa de sinuca na varanda. Vários posters do Metallica. Um Weimaraner. Um piano. Uma geladeira de cerveja. Felizes para sempre.

Dedicatória

5 de maio de 2010

Estava eu procurando uma passagem no livro do “Pequeno Principe” que tem aqui por casa quando me deparo com uma dedicatória, eu já tinha visto, mas nunca tinha lido. Meu pai deu o livro pra minha mãe no aniversario dela. Ela tinha 21 e ele, 19. Ainda eram um casal, apesar do teor da dedicatória denotar que já houvesse brigas. Ainda bem que eles ficaram ainda um tempo juntos e eu nasci. Depois cara um pro seu lado.

Nunca tinha lido nada escrito pelo meu pai, me surpreendi com o português. E ainda mais vindo de um cara de 19 anos.

Sei que vão brigar comigo, os dois, se lerem. Mas reproduzirei aqui a dedicatória:

Meus parabéns, por tão importante data. Espero que esta pequena lembrança sirva-lhe de porta, para um maior conhecimento sobre o mundo, sobre as crianças. As crianças são as pequenas coisas que um dia fomos, que talvez, por sermos grandes (ADULTOS), esqueçamos de relembrá-los; crescemos, como crescem os animais, mas devemos sempre lembrar-nos que um dia fomos pequenos, fomos o mais alto teor de pureza e ingenuidade, e que é dessas minúsculas coisas que as grandes se formam.

Este livro representa todos os momentos, meus, de reflexão sobre a vida, todos os momentos que passei, em silêncio, ao teu lado.

Este, também, representa minhas mágoas, por esquecer-nos de ser simples como as rosas. Melhor que mágoas, este livro representa todos os meus sorrisos, toda a minha felicidade, talvez quem sabe, eu tenha uma flor em uma estrela qualquer, que fique rindo pra mim; talvez eu tenha também “UM PEQUENO PRINCIPE” como amigo, em algum lugar.

Sou feliz, com meus sonhos, em meu mundo de criança, onde, mesmo daqui a 100 anos, eu não queira sair.

Mas não é pra pensares no que eu escrevi, não é para entenderes o que escrevi, muito menos para você se magoar, embora eu ache que não tenha com que se magoar, pelo contrario, escrevi isto tudo para que entre no meu mundo, no mundo das crianças, sei que és criança, sei que és (parece ser) feliz, mas reflita comigo, venha…

…aqui não há brigas, qualidade ou defeitos, só felicidades *, todos são iguais, venha, iremos cativas amigos, iremos juntos fazer adultos felizes, vivamos a vida, somos livres quando somos iguais aos outros (simples).

Sei que é difícil, mas basta querer, querendo já tornas tudo mais fácil.

Tente…Chegue…

Este livro traduz algumas coisas que sou e explica, tente achar as suas respostas.

E desejo do mais profundo “EU” que os anos que estão por vir sejam melhores que os que já passaram, que encontres a criança que foste um dia e que seja feliz, como as crianças são.

Feliz Aniversário,

George Raposo

22/05/81

Ps. A Felicidade nunca anda sem a tristeza, isto para os adultos. A felicidade anda só para as crianças. Mas sempre têm os adultos para atrapalhar.

*sim, ele também se chama George Raposo*

Novos Horizontes

29 de abril de 2010

“Time que está ganhando não se mexe” é uma das maiores mentiras que já ouvi e venho ouvindo nessa vida. Comodismo é um grande defeito, meu e das pessoas. Manter as coisas como estão, não tentar melhorar, não tentar mudar o que está errado, já que as coisas certas são mais e dão mais resultados.

Assistindo ao jogo Atlético-mg x Santos deu pra ver isso. Estava claro que o meio campo do Santos não estava preparado pra enfrentar o Galo, um novo desafio. Algo diferente. É, não se pode ser fechado à mudanças. Conheço amigos que não mudaram por nada, depois de 13 anos são os mesmos em quase tudo. Eu até me considero um cara que mudou de opinião ao longo dos anos.

O certo era que o Dorival deveria ter previsto isso. Colocar o Mancha no lugar do Marquinhos era o certo, não adianta jogar bonito se não vencer campeonatos. É muito bonito ouvir falar da seleção de 82, mas não ganhou. (ponto).

Não adianta nada a gente falar, falar, falar se não agir conforme. Se não obter resultados. Falarem que sou inteligente, que sou isso e aquilo, mil elogios, é legal. Mas cadê os resultados práticos? Somos amigos, se sim, então beleza, se não vamos ser?

Quando o Mancha entrou o Santos voltou a dominar o jogo. Liberou mais o Ganso e o Wesley. Pronto, jogo dominado. Só faltava o gol. E saiu…tudo bem, perdemos 3×2, mas foi um resultado normal. O Galo jogou bem, poderia ter feito mais, mas…

Não falarei de George Lucas, nem da máscara do André.

Então, pessoal, temos que saber planejar, prever que algo pode mudar. Nem sempre as coisas acontecem do mesmo jeito. Temos que nos adaptar. Mudar. Arriscar. Nesse momento da vida é mais ou menos isso que estou buscando…novos ares. Mantendo o que de bom consegui até hoje, meus amigos.

*Sempre salvarei quando você precisar*

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