Refrões, amores e strikes

10 de abril de 2011

Eu estava em casa ouvindo as músicas que me faziam lembrar de várias outras horas e uma cantora afirmava que eu falava quase tudo da boca pra fora, outra banda dizia que eu era uma garota 70%, mas continuava tudo como estava, eu dedilhando as mesmas músicas no sofá sem me importar.

Ah, meu sorriso não era cínico, era só o riso passageiro de quem ora era toda sim, ora era recheada de não. Não precisava cantar tudo isso pra mim, eu nunca escondi a delicadeza e a frieza de um sorvete de morango em 168 centímetros puros de insatisfação, oras!

E 30% em juros é mais do que suficiente para levar qualquer um a falência, sabia?! As mesmas voltas em torno de números, daqui a pouco uma equação que encontrasse um X milagroso que fosse meu strike e te derrubasse, desculpa pela verdade.

Veja bem que não é por maldade, justo o contrário: por amar demais eu sou assim, só preciso parar de jogar bolas nas canaletas.

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