Frankly, my dear…

11 de janeiro de 2011

Não sei por que isso, baby, mas acho chique, sabe?! Acho que talvez porque nossa história devia acontecer em preto e branco, com “As time goes by” de trilha sonora e Dom Perignon pra disfarçar nossa hipersalivação.

E o mal dos apaixonados é esse: nos dias nublados eles acham que todos os casais do cinema foram inspirados em sua história. E por segundos arquitetam planos mirabolantes dignos de um “bravo” em qualquer crítica por essa realidade afora…

Hoje eu fui tudo isso, culpa tua. O professor falava, falava, falava… Eu balançava a cabeça concordando, torcia minha boca e levantava a sobrancelha de forma que qualquer pessoa jamais suspeitaria que em vez de “métodos de pesquisa qualitativa” eu estava concordando com Calcanhotto que dizia no som do carro que era “agora, justo agora”. Aí eu virava pro lado e nem príncipe, nem ogro: só o dragão com suas labaredas de termos científicos.

Sabe outra coisa, é engraçado, mas eu não quero ser a mocinha… Vamos ser os vilões, não é? Temos que ser, esta semana até estava acostumando-me com a idéia… Ia trocar o BG do Twitter e pensei em um simpático cartaz da Audrey em forma de zumbi. Singelo, não?! Acho conveniente.

Ah, e o plano mirabolante é que eu vou te roubar pra mim e quase fiz isso hoje, mas acho que os comissários não me ajudariam. Devem nunca ter amado, esses insensíveis!

Então já sabe, “play it again, Sam”.

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