Vejo flores em você.

20 de dezembro de 2010

Quem dera eu pudesse ter 500 dias com ela. Quem dera eu pudesse ter o resto da vida. Quem dera eu pudesse deitar na neve e fazer aqueles “anjinhos” ao lado dela. Quem dera olhar naqueles olhos o silêncio que eu tanto procurei pro barulho do meu coração. Era sexta-feira. Era sábado. Era todo dia.

Enquanto o tempo se esgota. O laço se aperta. Eu tenho medo do que pode sair da minha geladeira. Do meu sorriso gelado de maracujá. O seu cheiro em meu pescoço me mantem a saudade que aparece entre o abraço de Feliz Natal e o de Feliz Ano Novo. Mas hoje ainda é dia 19. Odeio ter poucos dias, e odeio ainda mais que desses poucos outros sejam roubados. Tenho fome, fome de seus beijos.

Eu sempre quis dizer isso: Vejo flores em você, literalmente!

Volta logo, vem pro meu jardim, minha única flor. E vamos andar por aí como se não houvesse amanhã. Como se o tempo nunca fosse acabar. Gastar o tempo. Afinal, não temos tanto tempo assim. Só a vida inteira.

* esse texto poderia ser uma trilogia com “Platônico não, por favor” e “Polvos, lulas e vocÊ”*

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