Velhas Virgens

31 de agosto de 2010

Sei lá. Às vezes eu sou assim, meio velha virgem – a banda. Não quero saber. Já me disseram que eu gosto de porcaria. Bandas desafinadas ou coisas assim. Mas essa banda é demais. E Essa música é de rasgar o peito, mesmo apesar de tudo.

Bêbado, Rouco e Louco
Velhas Virgens

Hoje eu encontrei
Um velho retrato seu
Por onde andarão os olhos
Que um dia foram os meus?
A rua sem você
Vazia é quase nada
Escura, suja e triste
Recordação maltratada
Maltratada

Bêbado, rouco e louco
Eu danço entre os carros
Na marginal congestionada
Grito, blasfemo
Paixao e ódio
Mágoa, desprezo
Uma mulher não vale nada
Não vale nada (2x)

Os dias passam sedentos
Nessa imensa mesa de bar
Copos vazios que brindaram saúde
A quem já não me quer mais
Não me quer mais
Não, não quer mais

Bêbado, rouco e louco
Eu danço entre os carros
Na marginal congestionada
Grito, blasfemo
Paixão e ódio
Mágoa, desprezo
Uma mulher não vale nada
Não vale nada (3x)

Toma um fósforo, acende o teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga
Escarra nessa boca que te beija!

Não vale nada (4x)

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