Melhor não contrariar, né?

15 de agosto de 2010

Fatos reais de vidas imaginárias.

[AVISO: CONTÉM SPOILERS SOBRE O FILME “A ORIGEM” ]

TERÇA-FEIRA

– Assisti “A Origem” e me lembrei de ti. Consegui descobrir o final do filme antes do fim.
– Sentiu como é ser eu por poucos instantes, não é?
– Um pouco, bocó.
– Ainda não vi. Devo assistir no sábado. Te ligo pra dizer se adivinhei.

SÁBADO

– Assisti ao filme. O que tinha pra ser descoberto?
– Era um sonho. Eu sabia.
– Eu não achei isso. O negócio ia parar de girar. Acho que era pra todo mundo ficar na dúvida.
– Era nada. Era viciado, ele não poderia rodar a não ser nos sonhos.
– Continuo achando que ficou dúbio. Boa sacada do Nolan.
– Repara que tem uma cena que o negócio não gira nem por decreto.
– Ah! Tá bom. Acho que os ares de São Paulo me deixaram meio burro. Continuo achando que era pra ficar a dúvida.
– Deixa de ser chato e estragar meu prazer.
– Tá. Beijo.
– Beijo.

Melhor não contrariar, né?

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